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Storytelling Emocional: a fórmula (quase mágica) para conquistar o novo consumidor

  • inpact5
  • 13 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 16 de jan.

Por @inpact.lab

Duas pessoas se abraçando calorosamente; uma mulher visível com expressão emocional e olhos fechados enquanto recebe o abraço, em um ambiente interno com outras pessoas desfocadas ao fundo.

Já reparaste que hoje em dia ninguém quer só um produto?

As pessoas querem sentir algo. Querem se ver na história, querem rir, chorar - de preferência num reels bonito com trilha da Lana Del Rey -  ou, no mínimo, sentir que fazem parte de algo maior do que uma simples compra.


É aí que entra o storytelling emocional: o segredo por trás daquela marca que te faz clicar em “comprar agora” sem nem perceber.



A pergunta que fica é: Por que emoção vende mais do que razão?

Spoiler: porque somos seres emocionais! Até o mais racional dos consumidores toma decisões com base em sentimento e só depois vem o cérebro tentando justificar. É por isso que campanhas com histórias reais, causas sociais ou personagens cativantes funcionam tão bem.

O novo consumidor não quer ser convencido. Ele quer se conectar!



Do feed ao coração

Numa era em que o scroll nunca para, o storytelling emocional é tipo aquele amigo que te faz parar tudo pra ouvir um bom “tenho uma história pra contar…”. E quando bem feito, ele transforma marcas em memórias.

Seja no Instagram, no TikTok, num email ou até numa embalagem, o segredo está em:

  • Ser autêntico: histórias reais, vulneráveis, humanas. Ninguém se emociona com algo genérico.

  • Criar identificação: quanto mais o público se vê na história, mais forte é o laço.

  • Ter propósito: não é só sobre vender é sobre mostrar o porquê de existir.

  • Dar protagonismo ao consumidor: deixa ele ser o herói/ o centro da narrativa.



Alguns exemplos que amamos:

  • A Estée Lauder com a sua campanha contra o câncer de mama, que transforma um símbolo (o laço rosa) numa corrente global de empatia e apoio real.

  • A Nike a contar jornadas de superação que fazem a gente querer correr uma maratona ou pelo menos comprar uns ténis.

  • Marcas locais que partilham bastidores, erros, conquistas e mostram os rostos por trás da ideia. Sem muitas edições, sem efeitos, apenas a realidade.



E como aplicar isso no teu negócio?

Se tens um negócio, um projeto, um serviço ou até uma conta pessoal nas redes, lembre-se: as pessoas se conectam com pessoas, não com catálogos. Fala sobre o porquê começaste, quem és, o que acreditas. Mostra os tropeços, as alegrias, os bastidores. As conquistas são importantes, mas o caminho é mais ainda.


Usa vídeos curtos, carrosséis sinceros, legendas que parecem conversas de café. Se conectar ao consumidor em um nível emocional, ganhas não só a atenção e carinho, como também a venda.



Em resumo…

O novo consumidor quer se emocionar, pertencer, sentir. Quer histórias com alma, não apenas slogans bonitos. E se contares bem a tua, ele vai ficar e ainda partilhar.

Então… qual é a tua história?



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